Projeções reduzidas e inflação em 2017 são previsões do Banco Central

A previsão é de piora e aumento de valores.

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Em ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada em 16 de junho, o Banco Central pronunciou-se sobre a inflação para o próximo ano, no centro da meta de 4,5% em função do cenário de referência, mesmo tendo perspectiva piorada em relação do aumento dos preços em 2016.

O banco Central manteve os juros, com a Selic em 14,25% desde julho de 2015. Ilan Goldfajn assumiu a presidência no dia 9 de junho. Desse modo, a ata divulgada ainda não é um espelho de sua gestão.

A Selic serve como referência para todos os juros cobrados no país, porém estes são normalmente muito maiores. Esses juros são uma tentativa do BC de controle da inflação, que por sua vez, quando alta, reflete nos grandes juros que o Banco Central passa a cobrar. Esse processo serve para controlar o consumo fazendo com que os preços dos produtos caiam. Por outro lado, quando a inflação não está ata, o que ocorre é a baixa dos juros, estimulando assim o consumo da população.

O objetivo é manter a inflação em 4,5% ao ano, com variação de 2 pontos, reduzindo a 2,5% ou aumentando a 6,5%. Apesar da sua desaceleração, a inflação ainda passa do limite, com valor máximo de 9,34% em um ano segundo o IPCA-15 no mês de abril. O problema é que os juros não podem subir mais, pois assim a economia tende a encolher mais.

E quais são as consequências desses juros? Aumento do desemprego, a economia fica mais fraca, empréstimos e financiamentos sobem, mas também a poupança passa a render com sua capacidade máxima por exemplo. A redução dos juros economizaria 30 bilhões de reais em um ano, segundo economistas.

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